Displasia
Coxofemural

Conheça os principais sintomas da doença que atinge cães de raças de médio e grande porte, e receba ajuda para procurar um tratamento ou um médico veterinário especialista. 

O QUE VOCÊ IRÁ VER

O que é?

Entenda mais sobre a doença

Principais Sintomas

Saiba o que observar em seu cão

Tratamentos Existentes

Tratamentos tradicionais e alternativos

Dúvidas Frequentes

Perguntas mais comuns e ajuda

Precisa de um veterinário?

Visão geral sobre a doença

A displasia coxofemoral ou displasia coxo femural é um desequilíbrio entre a evolução da massa muscular e o osso do quadril do animal. Ou seja, o osso do cão cresce em uma proporção menor do que o músculo. Com isso, a displasia ocasiona uma instabilidade no quadril do animal, que em geral ocorre no acetábulo, no colo e na cabeça do fêmur.

A displasia coxofemoral é considerada uma doença bastante comum, muitas vezes de origem hereditária. Contudo, pode ser desenvolvida nos primeiros meses de vida do animal (entre 3 meses e um ano de idade), principalmente no caso de raças de cães de porte médio ou grande.

A displasia coxofemoral pode ocorrer em qualquer espécie de cachorro. Contudo, as raças onde se observa uma maior frequência de casos de displasia coxo femural são:

  • Retriever,
  • Labrador,
  • Golden,
  • Rottweiler,
  • Bernese,
  • Pastor Alemão,
  • São Bernardo, e
  • Fila Brasileiro.

%

de probabilidade de um cão ter a doença

cães são tratados todos os meses no Brasil

Principais Causas da Displasia Coxofemoral

A displasia coxofemoral pode ter origem hereditária ou decorrer de situações específicas dos hábitos e qualidade de vida do cão.

Em geral, recomenda-se evitar filhotes de cães, nos casos em que ambos os pais possuem o problema. Contudo, quando não é unicamente hereditária, a anomalia da displasia coxo femural pode ser causada por diversos motivos, tais como:

 

  • Problemas na nutrição do cachorro, seja por conta de alimentação desbalanceada ou por excesso de sódio,
  • Sobrecarga de exercícios físicos nos filhotes e cães mais jovens, mesmo que por conta de brincadeiras com o animal,
  • Exposição excessiva a chumbo e à poluição, e
  • Hábitos de postura do animal, que podem gerar sobrecarrega e maior desgaste dos ossos em um determinado lado do corpo.

Principais Sintomas de Cães com Displasia Coxofemoral

A displasia coxofemoral é um problema que não aparece nitidamente durante os primeiros anos de vida dos cães. A exceção são os casos muito agudos, nos quais os filhotes reduzem a atividade e esforço físico a quase nada. Rapidamente o dono do cão percebe com clareza que o animal está evitando qualquer tipo de movimentação. Em outros casos, os cães podem apresentar um porte incompatível com a raça, e inclusive desenvolver deformidades em sua estrutura corporal.

No caso de cães com mais idade ou até mesmo idosos, o principal sintoma da displasia coxofemoral é a dificuldade de andar ou correr, causada pela redução do volume muscular no quadril. Em alguns casos, as pernas dianteiras recebem um excesso de peso do corpo, conforme o cachorro se movimenta, na tentativa de reduzir e compensar a sobrecarga das patas posteriores. Com isso, o animal sofre com dores causadas por todo um comprometimento do conjunto de patas do cão, no médio ou longo prazo.

Como é Feito o Diagnóstico?

O diagnóstico pode ser feito através da observação do comportamento e movimentos dos animais, identificando a possibilidade de dilatação na coxa e no encaixe do fêmur. Também podem ser notadas crepitações, ou seja, estalos derivados dos prejuízos causados à articulação.

Contudo, exames por imagens tem grandes probabilidades de atribuir e também descartar a anomalia em definitivo, especialmente em animais com mais de 18 meses de vida. A análise dos exames pode resultar em uma classificação da displasia coxofemoral que varia entre Grau I e Grau V:

 

  • Grau I: a cabeça do fêmur e o acetábulo se encaixam em um ângulo de até 105°. Em geral o cão não sente dor e tem vida normal, sem maiores prejuízos à locomoção;
  • Grau II: os encaixes são moderadamente incongruentes. Isso pode causar certo desconforto durante ou após corridas do cachorro, ou depois de longos descansos, normalmente ao acordar,
  • Grau III: com encaixe de até 100°, tal desequilíbrio já é considerado uma displasia coxofemoral leve, e ocasiona nítidos problemas no trote e também ao sono do animal;
  • Grau IV: esse estágio é uma anomalia considerada moderada. O encaixe de até 95% já requer cuidados específicos em relação à mobilidade, exigindo inclusive que pisos frios e lisos sejam cobertos para minimizar riscos de traumas ou lesões ao cachorro;
  • Grau V: nesse caso, o encaixe é inferior a 90°. Os animais podem evitar movimentos, e até mesmo sofrer sérias luxações e fraturas.

Cuidados com o seu Cão Doente

A displasia coxo femural leve ou em fases iniciais pode ser tratada e até mesmo controlada de forma clínica.

Algumas das terapias utilizadas incluem:

  • Aumento do período de descanso do animal, com sedação, caso seja necessário,
  • Uso de analgésicos ou anti-inflamatórios,
  • Exercícios com o intuito de tratar a anomalia de forma fisioterápica, incluindo por exemplo hidroterapia ou acupuntura, e
  • Mudança de hábitos alimentares ou restrições na dieta para reduzir o peso, e, por consequência, a sobrecarga nos ossos.

Em casos graves ou crônicos, o médico veterinário pode utilizar procedimentos cirúrgicos que reduzem os efeitos da displasia coxofemoral, dentre eles a ostectomia (remoção de parte da massa óssea), osteotomia (correção do osso comprometido), ou até mesmo o uso de uma prótese para substituição total do quadril.

Remédios, Especialistas e Tratamentos Alternativos para Displasia Coxofemoral

A melhor providência para prevenir a displasia coxofemoral é evitar a reprodução de animais que sejam portadores do problema, ou que tenham algum histórico familiar da doença.

Outra possibilidade é reduzir a exposição do animal a uma sequência pesada de exercícios físicos. Nesse caso, é preciso apenas observar os sinais de cansaço do cão, que ele próprio apresenta, e interromper imediatamente a atividade.

Outras iniciativas que podem evitar a displasia coxofemoral são:

  • Não instalar pisos derrapantes nos locais em que os cães se locomovem,
  • Ter como hábito levar os filhotes de cães para passear diariamente, ou criar uma rotina de exercícios físicos leves, os quais certamente irão contribuir para um desenvolvimento equilibrado dos ossos e músculos do animal,
  • Expor os cães a exercícios aquáticos, que trabalham a parte aeróbica do animal sem sobrecarregar suas articulações, e
  • Procurar adotar hábitos alimentares saudáveis, que evitem o sobrepeso e obesidade canina.

Muitos donos de cães ficam tristes quando percebem que o seu animal de estimação tem uma qualidade de vida limitada. Além da fisioterapia e hidroterapia, a medicina veterinária já dispõe de tratamentos alternativos totalmente seguros e ainda pouco conhecidos e divulgados, que podem recuperar a qualidade de vida do animal. Vale a pena checar a eficiência e os resultados da aplicação de células-tronco veterinárias para reduzir os sintomas da displasia coxofemoral!

ATENÇÃO

Este conteúdo é meramente informativo, escrito por leigos e não substitui, em hipótese alguma, a consulta a um médico veterinário ou serviços especializado. Não utilize as informações deste site para realizar diagnósticos ou aplicar medicamentos e tratamentos por conta própria.

Dúvidas
Frequentes

Reunimos as principais e mais frequentes dúvidas sobre o Complexo Estomatite-Gengivite Felina para você. Caso ainda tenha mais dúvidas ou precisa de ajuda imediatamente, clique no botão abaixo.

Donec rutrum congue leo eget malesuada?
Nulla quis lorem ut libero malesuada feugiat. Vestibulum ac diam sit amet quam vehicula elementum sed sit amet dui. Quisque velit nisi, pretium ut lacinia in, elementum id enim. Sed porttitor lectus nibh. Mauris blandit aliquet elit, eget tincid
Vivamus suscipit tortor eget felis porttitor volutpat?
Nulla quis lorem ut libero malesuada feugiat. Vestibulum ac diam sit amet quam vehicula elementum sed sit amet dui. Quisque velit nisi, pretium ut lacinia in, elementum id enim. Sed porttitor lectus nibh. Mauris blandit aliquet elit, eget tincidunt nibh pulvinar a. Nulla porttitor accumsan tincidunt.
Curabitur non nulla sit amet nisl tempus?
Nulla quis lorem ut libero malesuada feugiat. Vestibulum ac diam sit amet quam vehicula elementum sed sit amet dui. Quisque velit nisi, pretium ut lacinia in, elementum id enim. Sed porttitor lectus nibh. Mauris blandit aliquet elit, eget tincidunt nibh pulvinar a. Nulla porttitor accumsan tincidunt.
Pellentesque in ipsum id orci porta dapibus?
Nulla quis lorem ut libero malesuada feugiat. Vestibulum ac diam sit amet quam vehicula elementum sed sit amet dui. Quisque velit nisi, pretium ut lacinia in, elementum id enim. Sed porttitor lectus nibh. Mauris blandit aliquet elit, eget tincidunt nibh pulvinar a. Nulla porttitor accumsan tincidunt.
Curabitur non nulla sit amet nisl?
Nulla quis lorem ut libero malesuada feugiat. Vestibulum ac diam sit amet quam vehicula elementum sed sit amet dui. Quisque velit nisi, pretium ut lacinia in, elementum id enim. Sed porttitor lectus nibh. Mauris blandit aliquet elit, eget tincidunt nibh pulvinar a. Nulla porttitor accumsan tincidunt.