Hérnia em Gatos e Cães

A hérnia pode ter origem pela má formação durante a gestação do animal, ou ser adquirida após algum trauma agudo. Entenda os sintomas, as possibilidades de tratamento, e receba ajuda para encontrar um médico veterinário especialista. 

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Visão geral sobre a doença

Assim como nos seres humanos, os órgãos dos animais são protegidos por músculos e tecidos. Com isso, a estrutura interna do corpo fica preservada e em equilíbrio. Contudo, por algum motivo qualquer, pode acontecer de um dos órgãos internos de um cão ou gato ultrapassar a cavidade ou estrutura que deveria protegê-lo. Isso dá origem a uma protuberância na pele do animal, que se denomina de hérnia.

Em geral, as hérnias não trazem maiores inconvenientes e não afetam a qualidade de vida do animal. Contudo, em algumas situações específicas, as hérnias em cães e gatos podem trazer complicações que, em último caso, exijam cuidado maior do seu animal, ou até mesmo cirurgias.

As hérnias em animais são nódulos geralmente visíveis e lisos. Algumas podem ser pressionadas e reintroduzidas temporariamente na cavidade interna do corpo do animal, e se denominam hérnias redutíveis. Em outros casos, quando o nódulo é totalmente externo e sem possibilidade de reintrodução no corpo do animal, denomina-se hérnia encarcerada. A hérnia encarcerada pode apresentar um quadro mais complexo quando a oxigenação do nódulo fica prejudicada. Nessas situações, o diagnóstico passa a ser de hérnia estrangulada, e em regra exige intervenção cirúrgica.

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de probabilidade de um cão ou gato nascer com hérnia

cães e gatos são tratados todos os meses no Brasil

Principais Tipos de Hérnia

As hérnias podem ter origem congênita, ou seja, serem desenvolvidas durante a gestação ou nascimento do animal. Podem também ser ocasionadas por causa de algum trauma agudo, como uma briga de cães ou gatos, atropelamento ou queda de janelas de apartamento ou muros.

As hérnias podem ocorrer em diversas partes diferentes do corpo, contudo, as mais comuns nos animais são a hérnia umbilical, a hérnia perineal e a hérnia de disco. A hérnia de disco é a que pode causar maiores lesões, principalmente em certos tipos de cães.

A hérnia umbilical em cães, por exemplo, em geral são hérnias de origem congênita. Como o próprio nome indica, a hérnia umbilical ocorre no umbigo do animal, devido ao não fechamento da cavidade onde anteriormente se localizava o cordão umbilical do filhote. Nesses casos, os tecidos, gorduras e órgãos do animal podem gerar um nódulo macio e visível na barriga do cão ou gato.

A hérnia perineal afeta a qualidade de vida de cães e gatos ao dificultar a evacuação, além de causar vômitos, incontinência fecal ou flatulências.

A hérnia de disco em animais ocorre quando um dos discos cartilaginosos se deslocam para fora da coluna vertebral. A hérnia de disco é uma doença degenerativa muito frequente em cães de raças menores, como, Cocker Spaniel, Poodle, Pequinês, Daschshund, Basset Hound, Lhasa Apso, Corgi, Shi Tzu e Beagle.

Em geral, causam uma dor muito aguda e podem deixar o animal paralisado ou até mesmo inválido, dependendo do tipo de hérnia de disco que acomete o cachorro:

  • Tipo I: Ocorrem em cães cujas raças apresentam menor porte, com coluna longa e pernas mais curtas. São frequentes também em animais entre 2 e 6 anos de idade. Na hérnia de disco do Tipo I, o núcleo polpudo e o anel fibroso do disco se desgastam de forma precoce, por causa de alguma pancada forte ou por um movimento muito brusco.
  • Tipo II: Ocorre em geral em cães das raças Boxer ou Labrador Retriever, de maior porte, e as chances de aparecerem são maiores entre 5 e 12 anos de idade. A hérnia do Tipo II apresenta desenvolvimento progressivo e vagaroso devido à deteriorização do núcleo do disco. É uma das hérnias de mais difícil diagnóstico.
  • Tipo III: Hérnia fulminante, que pode acabar levando à morte do animal. No Tipo III, o núcleo polpudo sai de sua posição normal no centro do disco para o lado externo, e comprime as raízes nervosas.

Principais Sintomas de Cães com Hérnia

Há diversos tipos de hérnia, contudo, alguns sintomas podem ser mais comuns de aparecer nos animais, ou podem ser um maior indicativo da doença.

A hérnia umbilical pode, por exemplo, causar um estrangulamento de alguma víscera e, com isso, o cão ou gato apresentará vômitos, dor abdominal e ausência de apetite. Já a hérnia diafragmática pode causar dificuldades respiratórias, línguas e gengivas pálidas ou perda de peso.

No caso da hérnia de disco, há uma forma bastante prática de se identificar a possiblidade do seu animal ter desenvolvido a doença. Observe se o seu cão ou gato tem o costume de abaixar a cabeça ou curvar as costas com frequência, pois são movimentos que aliviam as dores na coluna. Verifique também se esses movimentos são acompanhados de latidos ou uivos.

Ainda sobre a hérnia de disco em cães, outra forma de se observa-la é checar se o animal apresenta incontinência urinária e fecal. Em casos mais severos, o cachorro pode apresentar paralisia, o que poderá ser nitidamente verificado ao vê-lo evitando utilizar as patas traseiras, como se estivesse se arrastando.

Como é Feito o Diagnóstico de Hérnia?

Alguns casos de hérnia podem ser diagnosticados por médicos veterinários pela simples observação do corpo e movimentação do animal. Por exemplo, a hérnia umbilical sempre vem acompanhada de um caroço próximo ou em cima do umbigo.

Contudo, na maioria dos casos, o diagnóstico da hérnia exige exames mais detalhados de imagem, adicionalmente a uma investigação do comportamento e hábitos do cão ou do gato. Tal fato se deve principalmente pela necessidade de avaliar o grau de avanço da doença, e, com isso, poder prescrever o tratamento mais adequado possível. Não raro os médicos veterinários buscam um diagnóstico mais conclusivo com uma radiografia simples, contrastada ou até mesmo uma ultrassonografia, principalmente em casos de suspeita de hérnia de disco.

Cuidados Importantes Sobre a Hérnia de Disco em Cães

A hérnia de disco em animais pode ser também denominada de condrodistrofia ou discopatia. Gatos podem apresentar hérnia de disco, contudo, em determinadas raças de menor porte de cães, essa doença pode alcançar mais de 60% da população.

O tratamento adequado para casos de hérnia de disco em cães varia de acordo com a gravidade do quadro. Casos identificados no início ou ainda de menor gravidade podem ser tratados com uso de anti-inflamatórios. Contudo, casos mais graves podem exigir intervenção cirúrgica para garantir a qualidade de vida do animal, ou até mesmo evitar que fica totalmente paralítico.

Há também alguns tratamentos alternativos, tais como a acupuntura ou a fisioterapia. Ambos podem inclusive ser utilizados como uma ação de prevenção da hérnia de disco, no casos de raças de cães com maior incidência da doença. Recentemente, muitos donos de cães e gatos tem pesquisado o tratamento alternativo com células-tronco, que multiplicam as probabilidades de melhoria imediata da qualidade de vida do seu cão ou gato, especialmente nos casos em que foram submetidos a intervenções cirúrgicas.

Entretanto, um dos principais fatores da hérnia de disco é o excesso de peso. Portanto, cuidados simples como zelar pela alimentação do seu gato e do seu cão, e garantir uma rotina de atividades físicas de baixo impacto que ao mesmo tempo fortaleça a estrutura óssea e muscular do animal, ajudam bastante a evitar a doença.

Cuidados com o Pós-Operatório de Hérnia de Disco em Cães

Uma cirurgia em um animal é algo que sempre deixa os donos preocupados. Há o risco da própria cirurgia em si, ou seja, de todo o cuidado que deve ser tomado pela equipe médica quanto à intervenção cirúrgica propriamente dita. Há o risco de contaminação durante a cirurgia. E há ainda o pós-cirúrgico, que em alguns casos, é uma etapa muito sofrida para o animal e também penosa e desgastante para os proprietários.

Muitos donos de cães ficam muito tristes durante o pós-cirúrgico, pois a recuperação é sempre lenta e o cão ou gato parece sofrer ainda mais do que antes da cirurgia. Além da fisioterapia e hidroterapia, a medicina veterinária já dispõe de tratamentos que podem acelerar a regeneração das células dos animais, e são considerados 100% seguros e utilizados em vários países desenvolvidos do mundo. Porém, muitas vezes ainda não foram devidamente divulgados aqui no Brasil, e podem auxiliar na recuperação de cirurgias tais como a da hérnia de disco. Por isso, não deixe de verificar a eficiência e os resultados da aplicação de células-tronco veterinárias para tratar as hérnias de disco em cães e gatos!

ATENÇÃO

Este conteúdo é meramente informativo, escrito por leigos e não substitui, em hipótese alguma, a consulta a um médico veterinário ou serviços especializado. Não utilize as informações deste site para realizar diagnósticos ou aplicar medicamentos e tratamentos por conta própria.

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